“É preciso que o(a) educador(a) saiba que o seu ‘aqui’ e o seu ‘gora’ (etc.) são quase sempre o ‘lá’ do educando, Mesmo que o sonho do(a) educador(a) seja não somente tornar o seu ‘aqui-agora’, o seu saber, acessível ao educando, mas ir mais além de seu ‘aqui-agora’ com ele ou compreender, feliz, que o educando ultrapasse o seu “aqui”, para que este sonho se realize tem que partir do “aqui” do educando e não do seu. No mínimo, tem de levar em consideração a existência do “aqui” do educando e respeitá-lo. No fundo, ninguém chega lá, partindo de lá, mas de um certo aqui. Isto significa, em última análise, que não é possível ao(a) educandor(a) desconhecer, subestimar ou negar os “saberes de experiência feitos” com que os educandos chegam à escola” (Freire, Paulo. Pedagogia da Esperança)
26.2.10
"NOSSO MODO DE PROCEDER"
“É preciso que o(a) educador(a) saiba que o seu ‘aqui’ e o seu ‘gora’ (etc.) são quase sempre o ‘lá’ do educando, Mesmo que o sonho do(a) educador(a) seja não somente tornar o seu ‘aqui-agora’, o seu saber, acessível ao educando, mas ir mais além de seu ‘aqui-agora’ com ele ou compreender, feliz, que o educando ultrapasse o seu “aqui”, para que este sonho se realize tem que partir do “aqui” do educando e não do seu. No mínimo, tem de levar em consideração a existência do “aqui” do educando e respeitá-lo. No fundo, ninguém chega lá, partindo de lá, mas de um certo aqui. Isto significa, em última análise, que não é possível ao(a) educandor(a) desconhecer, subestimar ou negar os “saberes de experiência feitos” com que os educandos chegam à escola” (Freire, Paulo. Pedagogia da Esperança)
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário